Sorento e Potenza: Inicio dos trabalhos


A expectativa era crescente, pois já alguns dias detinha este conjunto sem que tivesse oportunidade e disponibilidade ao fim de semana para iniciar uma boa jornada na pesca ao sargo.

Testar uma cana em "seco", abrir os elementos e avaliar os pormenores do seu "arco", se a sua ação é de ponteira, parabólica, semi parabólica ou progressiva, não é a mesma coisa que sentir a cana no seu trabalho efectivo para a qual foi adquirida no mar, e esta vara concebida pela Banax tem algo de especial. A montagem da mesma com o seu fiel Potenza 450, creio ser um bom conjunto que me irá proporcionar boas capturas, e acredito que a Sorento me irá surpreender de futuro pela sua performance que ainda me é muito "desconhecida".

Regresso à caça sub


Regresso à caça submarina, ao fim de alguns meses de paragem. Umas paragens pelos locais do costume proporcionaram a observação de muitos cardumes de sargos de médio e pequeno porte, pouco peixe "entocado" e muito em cima de lages submersas.

Deu para trabalhar a "caixa", apesar de estar muito tempo parado a época de canoagem tem dado resultados no meio aquático.

Nova dupla: Sorento Power - Potenza 450

A primeira "vitima" do conjunto
Sorento Power 600: Cana potente com ação semi parabólica progressiva, dispõe de um bom poder de ferragem e trabalho com o exemplar ferrado, o que podemos apelidar de uma "vara matadora" pois amortece significativamente as primeiras investidas poderosas de um exemplar. Fiável para quando necessitamos elevar peixes mais pesados, sendo uma boa aposta para a bóia e chumbadinha.

Vem equipada com passadores e porta carretos Fuji, sendo que a versão de seis metros é composta por 6 elementos construídos em carbono cruzado. O seu peso é de 460 gramas, com uma acção compreendida entre as 5 e as 130 gramas, segundo a Vega, é dotada de um poder de elevação até 6 kg. 

Polícia Marítima de Lagos promove operação “Pesca lúdica segura”


O Comando-local da Polícia Marítima de Lagos está a desenvolver uma campanha de sensibilização e alerta para os perigos da pesca lúdica em falésias, centrada principalmente na Costa Vicentina.

​Esta campanha tem como objectivos alertar para os perigos presentes desta actividade e sensibilizar os pescadores para a adopção de algumas medidas de segurança que podem contribuir para minimizar o risco de acidentes.

Governo recusa acabar com defeso do sargo


Ministério do Ambiente diz que proibição é necessária para a preservação dos recursos. 

O Ministério do Ambiente recusa acabar com o defeso do sargo para a pesca lúdica apeada na Costa Vicentina. A decisão é justificada com a necessidade da preservação dos recursos. Mas os pescadores desportivos queixam-se de discriminação em relação à pesca embarcada e à submarina - que não são abrangidas pela proibição - e ameaçam avançar com formas de luta. 

"O período de defeso estabelecido [entre 1 de fevereiro e 15 de março] está relacionado com o fenómeno de arribação das espécies que ocorre naquela altura do ano, em que os animais se deslocam massivamente para a linha de costa para a desova", refere o Ministério do Ambiente, numa resposta dada esta semana a questões do deputado João Vasconcelos (BE), a que o CM teve acesso. 

AGRICULTURA INTENSIVA SEM CONTROLO NO PARQUE NATURAL DO SUDOESTE ALENTEJANO E COSTA VICENTINA


Em resposta às muitas denúncias que tem recebido em relação à atividade agrícola no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV), a ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável, solicitou esclarecimentos ao Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) sobre a execução de medidas e o cumprimento das normas ambientais previstas no Plano de Ordenamento daquela Área Protegida.

Efetivamente, o ICNF reconhece que existe atualmente um forte incremento da atividade agrícola intensiva, com instalação de novas estufas, mas a execução das medidas e normas previstas no Plano de Ordenamento do PNSACV ou não está a acontecer (p.e. certificação ambiental dos agricultores e a sua sensibilização para práticas agrícolas de menor impacto ambiental), ou só agora está a dar os primeiros passos (p.e. controlo da qualidade da água). Para mais, o ICNF reconhece não saber qual a área acupada por estufas e túneis, quando existe um limite imposto por lei de 30% no perimetro de rega do Mira.

Esta situação está a originar reclamações e conflitos por parte das populações residentes e de agentes turísticos e a gerar impactes nos valores naturais, traduzindo uma situação que, do ponto de vista da sua capacidade legal e da articulação entre entidades, não tem permitido prevenir o que está a acontecer.

Zero critica agricultura intensiva no Parque Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina



A associação ambientalista afirma que o ICNF não sabe qual é a área ocupada por estufas nestas áreas protegidas. Segundo a Zero, o grande uso de fertilizantes pode ter um grande impacto na natureza.

A associação Zero alertou esta sexta-feira para o aumento da agricultura intensiva na área do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV) e para a falta de controlo desta actividade, o que tem originado "reclamações e conflitos".

Num comunicado divulgado sexta-feira, com o título "agricultura intensiva sem controlo no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina", a Zero - Associação Sistema Terrestre Sustentável disse ter recebido "muitas denúncias" relativamente à actividade agrícola nesta área protegida, que abrange concelhos do Alentejo e Algarve.

Pesca Lúdica: Esboço da portaria que revoga o defeso do sargo no PNSACV não passará disso mesmo, lamentável!


Durante o primeiro semestre do ano em curso, as Câmaras Municipais da zona de intervenção do PNSACV, em parceria com as Associações representativas da Pesca Lúdica, discutiram, reuniram e refletiram com a Senhora Secretária de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza Dra. Célia Ramos e o Senhor Secretário das Pescas Dr. José Apolinário, a necessidade de alterar a Portaria, no sentido de abolir de imediato o defeso do sargo, por um lado, e ver suspensas as Áreas de Proteção Parcial I Marinhas, permitindo a atividade da pesca lúdica até à Revisão do atual Regulamento do PNSACV.

Nesse sentido, de forma consequente e responsável, da parte do Gabinete do Secretário de Estado das Pescas, Dr. José Apolinário, foi elaborado um primeiro esboço de Portaria que revogava o defeso do sargo no PNSACV.

Por seu turno, a Secretária de Estado Dra. Célia Ramos “escudando-se” num estudo elaborado por “sumidades” desta matéria, que não os pescadores obviamente, não viabilizará a alteração à referida Portaria.

Um sargo de 7,6 kg capturado em Estaca de Bares bate todos os records

O Ortegano Ezequiel Orosa supera a melhor marca mundial

Ezequiel Orosa, de Ortigueira, de 42 anos, capturou esta manhã, um sargo com 7,6 kg nas águas de Estaca de Bares. Aguardando apenas a confirmação, o exemplar exceder a marca em 1,4 kg, que estava nas mãos de Gerardo Martínez desde novembro de 2015, com um peso de 6,2 kg. 

Mergulhador profissional e aficionado em pesca submarina desde a infância, reconhece a facilidade com que ele capturou um sargo a 18 metros de profundidade, e admite que não estava ciente do peso real até que desembarcou e verificou o tamanho do exemplar. 

Enquanto aguarda a confirmação oficial, a exemplar permanecerá congelado. Ezequiel já sabia o que se sente quando se captura um mero com 20 kg, um robalo de 9 kg, mas um sargo deste tamanho "na vida". No momento da captura, ela foi acompanhada por Juanjo Salgueiro.

Fonte: lavozdegalicia.es

Cientistas «NÃO SABEM» se a Ria Formosa ainda é o santuário do Cavalo-Marinho

Investigadores sabem que há um decréscimo das populações e identificaram algumas
das causas. No entanto, estes animais continuam presa fácil para a captura ilegal.

Em meados de novembro, na estação de autocarros de Marbella, em Málaga, três portugueses vindos de Olhão, tentam vender 7 quilos de cavalos-marinhos secos (2133 exemplares no total), por 10 mil euros. Os recetadores querem levar a mercadoria para a China, onde são usados como afrodisíacos, uma espécie de «Viagra» da medicina tradicional. Correu mal. A Guardia Civil apanhou-os em flagrante e cinco pessoas foram detidas.

No início de março, uma nova apreensão fez manchetes na imprensa espanhola, desta vez em Puerto de Santa María, Cadiz. Estas notícias não passam despercebidas aos biólogos Jorge Palma e Miguel Correia, que desde 2007 estudam as espécies Hippocampus hippocampus (focinho curto) e Hippocampus guttulatus (focinho longo), as mais vulgares na Ria Formosa.

«Sabemos que há pessoas que os capturam por meios ilegais, quer por mergulho, quer por arrasto, ambos interditos. Um dos problemas dos cavalos-marinhos é a fertilidade, que é muito baixa. O macho pode libertar 200 a 300 juvenis, mas, em meio natural, pouquíssimos sobrevivem. Toda a população acaba por não ter capacidade de gerar um descendência em número suficiente. Se forem retirados do ambiente aos milhares como estão a ser atualmente, rapidamente esta população pode entrar em colapso», explica Jorge Palma.

Governo garante fim do defeso do sargo na Costa Vicentina «assim que possível»

Fonte imagem: Comissões de Pescadores e Populações
O período de defeso da espécie sargo na área do Parque Natural da Costa Vicentina e Sudoeste alentejano (PNCVSA) tem os dias contados. A revogação desta proibição temporária à pesca lúdica vai ser publicada em Diário da República «assim que possível», garantiu o secretário de Estado das Pescas José Apolinário, numa reunião que manteve com as Comissões de Pescadores da Costa Portuguesa, em Aljezur.

José Apolinário e Célia Ramos, secretária de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território, reuniram-se com as comissões que representam os pescadores lúdicos, presidentes de Câmara da Costa Vicentina e dirigentes do Instituto de Conservação da Natureza Florestas (INCF), na passada semana. Também estiveram no encontro deputados à Assembleia da República.

Um primeiro esboço da portaria que irá ser publicada em breve, à qual o Sul Informação teve acesso, revoga o período de defeso de pesca de sargo, ao mesmo tempo que aumenta num mês o período de proibição de apanha de bodiões, uma sugestão avançada pelos pescadores lúdicos.